Informe Sobre Ciegos – Resenha de Cabaré
História em Quadrinhos

Informe Sobre Ciegos – Resenha de Cabaré

O livro “Sobre Heróis e Tumbas” do escritor argentino Ernesto Sábato é um dos meus cinco livros preferidos. Está nesse hall de preferência literária desde que encerrei sua leitura. E muito – para não dizer tudo – de porque tanto aprecio essa obra literária se deve ao transtornado “livro dentro do livro”: o Relatório sobre … Continuar lendo

Literatura

Personagens da Literatura que Gostaria de Encontrar para Tomar um Café!

Nada melhor que personagens cativantes para deixar um livro mais saboroso, não? A literatura universal, independente do gênero literário, nos fornece um cabedal tão rico de personagens que muitas vezes podemos nos pegar desejando profundamente que eles ou elas existissem, que pudessem passear pelas nossas próprias ruas e avenidas, que pudessemos, de repente, sentar ao … Continuar lendo

Literatura

“Prefiro o céu pelo clima, o inferno pela boa literatura”

A literatura vicia. Por isso é perigosa. Em todos os sentidos. Ela prende e faz pensar. E é egoísta, quer que nos debrucemos cada vez mais nela. Nos exaspera prendendo-nos a cada página, a cada livro. Pode ser poesia, pode ser prosa, pode não ser nada disto e tudo ao mesmo tempo agora. É lida ao ouvir, ouve-se sem ler e se lê com ouvidos atentos. É guerra, é paz, é areia, é mar. A literatura está no passado como está no futuro, mas nunca inteiramente está no presente porque ela avança em cada página e retrocede a cada lembrança. É sarcástica e podre como a crueza humana de Rubem Fonseca no conto “Placebo” no livro O Buraco na Parede ou é espiritual e profundamente engrandecedora como em Sidarta de Herman Hesse. Inspira-nos a pensar o mundo e o estar no mundo como em Todos os Homens são Mortais de Simone de Beauvoir ou o puro existencialismo em prosa em A Náusea de Jean Paul Sartre. A literatura é tudo isto e mais coisas. Escritores com gênero e sem gênero, humanos ou mutantes, terráqueos ou extra-terrestres. A tod@s a literatura suga para si, sem choro e nem lamento. Quem a conhece, não a esquece jamais, poderia dizer Chico Buarque, outro perdido nas entranhas literárias. Continuar lendo