Cinema e afins

Minhas 10 Cenas Favoritas do Cinema

Neste ano de 2016 definitivamente as postagens no Cabaré não tem permanecidos regulares. Os motivos são diversos e nem sei bem por onde iniciar. Então melhor deixar quieto e já reconhecer que esse post foi devidamente tagado de uma postagem recente da Capitã Lady Sybylla do puxadinho da Enterprise, o Momentum Saga. Caramba! Me fisgou de imediato a ideia dessa blogagem! A minha lista, como poderão perceber, é bem diversa. É claro que tem muita coisa de ficção científica, mas não apenas, há o horror e mesmo o drama. Do trágico ao humor ao dramático. E agora, ao escrever esse post, minha mente “atualiza” essas 10 cenas favoritas de maneira maluca, modificando-a, re-incorporando, etc. Cinema é algo apaixonante mesmo. Sempre me pergunto: como alguém pode não gostar de cinema?

A Hipnose Final – Oldboy (2003)

Oldboy é um dos meus filmes preferidos. Seguramente está em meu Top 5. É um nível de drama com uma tensão absoluta e os dilemas morais envolvendo as personagens beira o sufocante. Tu apelar para esquecer, mas saber que no fundo tudo se encontra lá, bem escondido. Terrível.

Dr. Schultz confronta Calvin Candie (Django Livre)

Christoph waltz é um dos melhores atores que pude assistir em toda a minha vida. Seja em Bastardos Inglórios ou em Django Livre, o ator imprime uma interpretação que suga completamente a atenção, fazendo-nos rir e sentir raiva ao mesmo tempo. Na cena de sua morte, ele, um intelectual horrorizado com a escravidão nos EUA e ainda mais com a hipocrisia dos escravocratas sente-se impelido a eliminar – em todos os sentidos – um desses canalhas, Calvin Candie (interpretado brilhantemente por Leonardo DiCaprio). Citar Alexandre Dumas foi o verdadeiro golpe mortal naquela cena.

Eowyn Confronta o Rei dos Bruxos de Angmar (O Retorno do Rei)

Gosto da Trilogia “O Senhor dos Anéis” (em livro ou filme), mas nunca me reconheci como um daqueles fãs fiéis do universo de Tolkien por alguns motivos, especialmente pela falta de diversidade de personagens humanos nos livros (e, consequentemente, nos filmes). E não me surpreende que a minha cena favorita da trilogia de Peter Jackson seja justamente a cena que uma personagem feminina é o destaque: Eowyn enfrentando o Rei Bruxo de Angmar. Só por essa cena já vale todo o filme “O Retorno do Rei”.

Julius e Vincent Vega (Pulp Fiction)

Simplesmente brilhante: roteiro, direção, atuação. Sem mais. Samuel L. Jackson espetacular como nunca.

Cena Final de O Clube da Luta (O Clube da Luta)

Apoteótico e apocalíptico como não deveria deixar de ser o final de O Clube da Luta. Quem nunca pensou em, literalmente, demolir o sistema? Se você não pensou, eu já pensei centenas de vezes e assistir a essa cena, com seus diálogos loucos, me deixa sempre feliz.

PEGA A GALINHA, MERMÃO! (Cidade de Deus)

Cidade de Deus é o meu filme brasileiro preferido. E a abertura do filme  é absolutamente fantástica. O pânico da galinha em ir para a panela é captado de maneira magistral por Fernando Meirelles. Essa galinha merecia o Oscar.

STAR WARS – Episódio V: O Império Contra-Ataca – “Eu sou seu pai”

Tu lutas com a encarnação de seus maiores pesadelos. Tu lutas com o sujeito que matou aquele que foi seu Mestre. Tu lutas com o sujeito que lhe decepou a mão e de repente ele revela que é seu pai. Como não ter essa cena como uma das minhas preferidas?

Wendy, Cheguei! – ”O ILUMINADO” (1980)

O Iluminado, ao lado de O Exorcista, são meus filmes de horror preferidos. Essa clássica cena é terrivelmente angustiante. Kubrick, definitivamente, conseguiu infligir o horror e o absuluto sentimento de desesperança nessa cena. Impressionante.

 

Luke Skywalker vs Darth Vader (Episódio VI)

Confesso que essa é a minha cena preferida da Trilogia Sagrada. O drama envolvendo a escolha de Darth Vader é fabuloso. Não há diálogo: Luke Skywalker recebe as energias do Lado Sombrio enquanto seu pai confronta seus sentimentos. Richard Marquand, o diretor do Episódio VI, filma a máscara de Vader e conseque extrair dela inúmeras emoções. Choro mesmo ao rever essa cena (a original, não a cena refeita por George Lucas para o Blu-Ray).

O Monólogo de Roy Batty – Blade Runner (1980)

“Tudo se perde no tempo como lágrimas na chuva”. Eis a minha cena preferida de todos os filmes que já assisti, oriunda diretamente do meu filme preferido, Blade Runner (de Ridley Scott). O monólogo de Roy Batty é curto, mas profundamente inspirador. Para mim, Roy Batty é um dos melhores e mais densos personagens da história do cinema.

 

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