Cinema e afins/Literatura

TAG – Livros (de 2014 e para 2015)

Tenho um relatório para escrever. Preciso adiantar três leituras (uma de Ecologia, outra sobre Constituições e Povos Indígenas e ainda outra de Metodologia, sem levar em conta relatórios sobre mineração). Estou ferrado. E o que estou fazendo neste exato momento? É, blogando, chaver! Não resisti ao convite de Lady Sybylla para blogar coletivamente sobre livros. E compartilho dessa ótima intimada literária com a mafaldiana heroína das Letras, a Venturieta do Amanhã Procrastino e a Tica do Críticas, livros e papéis de pão.

seboQuem me conhece (virtual ou presencialmente) sabe que sou um devorador de livros. É claro que há essa parte “mais quadrada” que citei logo no início do post e esse é parte do “ganha pão”, ou melhor, “ganha gibi” do trabalho de professor universitário e pesquisador. Embora os livros técnicos e mais técnicos ainda me sejam fundamentais como ferramentas de trabalho e gosto sim deles e lembrando os meus preferidos e que muito me influenciaram, me vem à mente “Poliarquia” de Robert Dahl, “Economia Ecológica” de Herman Daly e Joshua Farley, “A Lógica da Pesquisa Científica” do Karl Popper, “Sincronicidade” do Carl Gustav Jung, entre tantos outros. Mas a literatura é minha paixão, especialmente a ficção científica, mas sem esquecer o realismo mágico e a literatura de fantasia. E aqui estou eu diante de perguntas simples e que demandam uma energia danada para responder hauhauahauaha

Vamos lá!

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2014

1. Um livro que te surpreendeu em 2014

Kafka à beira-mar de Haruki Murakami. É um livro que trata, entre outras coisas, da percepção da realidade e como ela pode ser extremamente fragmentada e diversamente lida, especialmente porque diz respeito ao auto-conhecimento e aí, meus caros e minhas caras, reside a verdadeira jornada do herói. Maravilhoso e quero um gato que se chame Kauamura. Menções honrosas para Americanah de Chimananda Ngozi Adichie e A Arte de Produzir Efeito sem Causa de Lourenço Mutarelli.

2. Um livro que te decepcionou em 2014

Retalhos de Craig Thompson. Acho que depois da leitura da História em Quadrinhos “Habibi”, fiquei esperando muito por “Retalhos” e achei uma HQ chata. Biográfica? Sim. Julgo a vida do cara como chata? Não, mas foi uma leitura que pareceu-me ir de lugar nenhum para o nada interessante.

3. A melhor adaptação que você viu em 2014

Garota Exemplar de Gillian Flynn. Não sei se tive uma adaptação favorita, mas a que chegou mais próximo disto foi o filme suspense de David Fincher. Mas fiquei muito em dúvida se a melhor adaptação não deveria ter sido o seriado televisivo do Flash pelo canal CW/Warner.

4. Um livro que não conseguiu terminar em 2014.

Sob a redoma de Stephen King. Achei muito chato e permeado de clichês a sua trama. É uma metáfora do que é a mentalidade de muitos estadunidenses? Provavelmente. É uma metáfora bem desenvolvida? Não. Não terminei e nem sei se volto ao livro algum dia.

5. Quantos livros conseguiu ler em 2014?

Não faço ideia. Sem levar em conta os livros técnicos, deve ter girado em torno de uns 50, mas não tenho certeza.

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2015

6. Um livro que você está ansioso para ler em 2015.

Kenobi de John Jackson Miller. Pela Força! Já até encomendei na pré-venda da Livraria Cultura e estou no aguardo. Menção honrosa também para “Graça Infinita” de David Foster Wallace que vou começar a ler, literalmente, hoje.

7. Um (ou mais) desafio que se dispôs a participar em 2015

Aprender a tocar trompete. Meta para a vida.

8. A adaptação mais aguardada por você em 2015

Star Wars – Episódio VII: o despertar da Força. Nem preciso discorrer o porque, né.

9. Uma leitura que pretende retomar em 2015

O Livro Vermelho de Jung. 

10. Três livros para sua meta de 2015

O Capital no século XXI de Thomas Piketty, Caim de José Saramago e  Multiversidade de Grant Morrisson.

E vocês, leitores e leitoras, o que responderiam?

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2 pensamentos sobre “TAG – Livros (de 2014 e para 2015)

  1. Americanah é o tipo de livro que tinha de ser leitura obrigatória no vestibular. Ele é um soco no estômago nessa nossa literatura tão voltada para EUA e Europa, uma leitura de reflexão. Ifemelu e Obinze são protagonistas sensacionais e a forma como o racismo foi tratado só não é perceptível para quem não quer ver mesmo.

    Murakami e eu temos uma relação de amor e ódio! rs Ainda não consegui retomar a leitura e nem peguei outro dele pra ele. Um dia, quem sabe…. 😛

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    • Concordo contigo, Americanah é uma leitura fantástica e deveria ser obrigatória em vestibular e até em conversa de buteco. E sugiro que tu leia outro livro do Murakami pra essa balança se equilibrar mais hauahauhaua

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