Realidade Overpower

O Ponto de Mutação de Fritjof Capra

Existem alguns livros que nos despertam curiosidades e ficam nisso. E existem livros que além de despertarem a curiosidade, também nos impelem a repensar não apenas a forma como vemos o mundo, mas também como nos inserimos neste mundo. E, no meu caso, a leitura de “O Ponto de Mutação” do físico austríaco Fritjof Capra me despertou a curiosidade e também o desejo de repensar o mundo e como me insiro nele.

Quando li “O Ponto de Mutação” devia ter meus 17 anos. E foi um baita impacto. Principalmente por Capra conseguir tratar de tantos temas – política, saúde, energia, economia, psicologia, epistemologia da ciência, meio ambiente – de forma conectada e, para meu deleite, sob um viés analítico que agregou o pensamento ocidental e oriental.

Eu, leitor ávido de Lao Tzu, Platão e Nagarjuna, me espantei ao ver um físico como Capra unir pensamentos – em tese tão distantes – num contínuo argumentativo para discutir a realidade contemporânea e o modelo paradigmático que se esgota. E por esgotar Capra se refere ao modelo econômico e científio que dissocia a sociedade da natureza: uma análise certeira, pensei na época e continuo a pensar até hoje. O engraçado é que, agora, ao escrever (meu alter ego) minha tese de doutorado , a necessidade de reler “O Ponto de Mutação” é ainda mais importante.

“O Ponto de Mutação” de Fritjof Capra está em sua 25ª edição no Brasil e é publicado pela Editora Cultrix. Para fazer o download do livro clique aqui. E boa reflexão!

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